Bruna e Juliana, da família Menendez --que está na Namíbia com a Tribo Himba, foram levadas para dentro de uma das 'casas' e, com a ajuda de diversas nativas fizeram a transformação.
Quando saíram, onde os homens as aguardavam, estavam quase perfeitas Himbas. 'Quase' porque, na verdade as nativas usam os seios de fora e as meninas ficaram com os seus discretos mas visíveis bustiês. Não sei... mas com tudo o que eles têm enfrentado nessa maratona desvairada, ficar com os seios nus não me pareceu que fosse tão dramático assim. E depois, ambas são maiores de idade. Enfim...
Os homens Himbas gostaram muito do que viram. Juliana foi quem mais brigou para não tirar o sutiã. Bruna declarou momentos depois que ficou muito envergonhada com aquelas roupas: não se achou bonita! A verdade é que "na rua, na chuva ou na fazenda" a mulher quer sempre se sentir bonita!
Mas quem mais deu 'piti' por causa do traje nativo foi o irmão das meninas, o estudante Guilherme. É bem verdade que o modelito não lhe caiu muito bem, mas não era para tanto. O moço teve uma crise nervosa, colocou a sua bermuda e a sua camiseta e desandou a chorar copiosamente, alegando que não queria colocar aquela roupa. Depois teve o apoio da família, especialmente do pai, e acabou cedendo. Mas visivelmente contrariado.
Os Sackiewickz se saíram melhor na troca de indumentária. Nenhum grande trauma. Talvez porque a roupa da Tribo Hamer cobre mais a pessoa. Eles podem ter-se sentido mais seguros. O estudante de gastronomia Alexandre é que tem pago todos os seus pecados com uma cirurgia recente que fizera no joelho. Desta vez a missão era subir numa árvore e pegar o mel que estava num favo bem lá no alto.
O rapaz foi subindo com muita dificuldade. Até que as abelhas começaram a perseguir os intrusos. Os nativos, pernas pra que te quero, em dois minutos estavam longe dali. Alexandre pediu socorro ao irmão Vitor que estava por perto para ajudá-lo a descer, já que se simplesmente pulasse estouraria o seu joelho novamente.
Já com a família Oliva, o problema não foi bem com a roupa. O jornalista Marco Oliva precisou ir à cidade fazer exames de saúde, qualquer coisa com os rins. Mais por prevenção, advertiu ele, enquanto partia. A questão é que se, pelo resultado dos exames, as coisas complicarem, toda a família terá que voltar e assim perder a competição já quase no final. Eles esperam que isso não aconteça.
Quanto à indumentária, a administradora Kátia Oliva também defendeu o seu sutiã, mas com uma estratégia divertida e bem humorada: "esse aqui só sai por um milhão!", disse ela para a nativa da Tribo Mentawai que queria tirá-lo. O filho Felippe achou melhor permanecer com sua sunga preta por debaixo da tanga Mentawai. A transformação não foi assim muito à risca!
Pelo que se sabe, a família vencedora ganhará duzentos e cinquenta mil reais. Que parece ainda poderá ser dividido caso haja empate. Sinceramente, se tem um reality que devia pagar mais que o "BBB" (R$ 1,5 milhão) e "A Fazenda" (R$ 2 milhões) é esse "Perdidos na Tribo"!
Além de ser o mais inusitado de todos, é o que faz com que as pessoas literalmente saiam de sua zona de conforto para tentar zerar credos e valores e aprender tudo novo, num esforço hercúleo de não carregar consigo ranços de nenhuma espécie: preconceitos, regras do seu grupo, valores aprendidos durante uma vida inteira (certos ou não), enfim... bota saia justa nisso!!!
F5 Folha
band
Debora Villalba
Notícias
perdidos na tribo
programas
reality show

© 2014 Fã Clube Band - Todos os direitos reservados.
voce tem toda ração eles merecen muito mais
ResponderExcluir