Não é justo, muito menos honesto, responsabilizar o “Quem fica em pé?”
pela ligeira queda de audiência observada pelo “CQC”. Ao contrário, essa
questão da passagem, antes um caos, quando estava a cargo da igreja ou
do “Vídeo News”, acabou fortalecida com a presença do Datena. O que pode
ter pesado, em tempos mais recentes, foi o desajuste no horário e a
entrada de mais um break de seis minutos que derruba qualquer leão.Botar e tirar quase que imediatamente do ar o “Conversa de Gente Grande”, do Marcelo Tas, também veio revelar essa total falta de planejamento. A consequência de tudo levou a Band, uma vez mais, a perder o momento de encostar no SBT e Record.
Não bastasse isso, hoje com a obrigatoriedade de horários e da propaganda política, toda a sua grade foi drasticamente loteada de comerciais, com alguns programas no meio.
Lugar comum
Quanto ao “CQC” é preciso parar e repensar. O programa tem agora objetivos diferentes daqueles de quando foi lançado. O título “Custe o que custar” deixou de ser justificado. Há, hoje, uma certa acomodação na abordagem de determinados assuntos. O atrevimento e a ousadia iniciais, que não devem ser confundidos com falta de educação, simplesmente desapareceram.
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