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Ricardo Boechat prefere ficar na Band

11 julho, 2014

Durou menos de uma semana a tentativa da Record em contratar Ricardo Boechat para ancorar um novo jornal no seu fim de noite.

A direção da Bandeirantes, representada pelo presidente e vice, Johnny Saad e Marcelo Meira, acabou definindo a sua permanência na casa e o cumprimento do contrato até 2018.

Os dois se empenharam pessoalmente em resolver a questão. A saída do Boechat, se entendeu assim, seria um outro grande desfalque no jornalismo da casa, ainda mais num ano com eleições pela frente. Meira, sobre o assunto, afirma que as partes envolvidas estão muito felizes com o "casamento" e que ele não irá se dissolver tão cedo.

Boechat, por sua vez, tem muito carinho pelo seu trabalho na BandNews FM, em São Paulo e no Rio de Janeiro, e isto de alguma maneira foi outro impeditivo para a sua saída.

A informação é do colunista Flávio Ricco!

Impulsionado pela Copa; “Jornal da Band” bate recorde anual

13 junho, 2014
O “Jornal da Band” conquistou ótimos índices de audiência na noite desta quinta-feira (12), o jornalístico pegou carona na cobertura da Copa do Mundo e chamou a atenção dos telespectadores.

De acordo com dados prévios, “Jornal da Band” marcou 6,5 de média com picos de 8 pontos e 11.1% de participação, batendo recorde anual e garantindo o terceiro lugar, no mesmo horário a Globo ficou na liderança com 21,7, a Record foi vice com 8,9, o SBT ficou em quarto lugar com 4 pontos, e TV Cultura e RedeTV! empataram no quinto lugar com 1,3 pontos.

*Cada ponto equivale a 65 mil domicílios na grande São Paulo.

Informação do site TV Foco!

"Jornal da Band" vai separar apresentadores na Copa do Mundo

20 maio, 2014
Durante a Copa do Mundo e quando houver jogos do Brasil, Ricardo Boechat irá apresentar o "Jornal da Band" da praça onde estiver a seleção. Ticiana Villas Boas ficará ancorando na bancada.
Usar e abusar da informalidade promete ser a marca do "Jornal da Band" em suas próximas edições. Todos os meios disponíveis para bem informar o telespectador serão utilizados pelos seus dois âncoras, Ticiana e Boechat.
Até mesmo receber mensagens pelo celular, como já aconteceu na última semana.

A informação é do colunista Flávio Ricco!

"Jornal da Band" exibe série especial sobre crianças vítimas de violência doméstica

16 maio, 2014
Na próxima semana, o Jornal da Band exibe a série especial de reportagens “Salvas da Família”. Vamos conhecer histórias parecidas com a do menino Bernardo Boldrini, assassinado pelo próprio pai e pela madrasta segundo a polícia. Ele pediu ajuda ao Ministério Público do Rio Grande do Sul afirmando que não queria mais viver com a família, mas um juiz decidiu deixar Bernardo em casa por não ver indícios de violência.
A série especial mostrará o drama de meninos e meninas que vivem como órfãos de pais vivos. São crianças vítimas de violência doméstica, abandono e indiferença que foram salvas da família. Existem hoje mais de 45 mil crianças e adolescentes vivendo em quase 4 mil abrigos no país. Menos de 10% desses jovens, porém, devem conseguir uma nova família.

O Jornal da Band vai ao ar de segunda a sexta, às 19h20, na tela da Band.

Saiba mais em www.band.com.br/jornaldaband e curta a página no Facebook: https://www.facebook.com/assessoriaband

"Jornal da Band" traz série de reportagens especiais sobre Belo Monte

17 abril, 2014
O repórter Fabio Pannunzio vai mostrar as modernas técnicas de construção da usina, os recursos investidos na obra e o impacto nas comunidades locais

A partir da próxima segunda-feira, dia 21, o “Jornal da Band” vai apresentar uma série especial de seis reportagens sobre a usina de Belo Monte e o repórter Fabio Pannunzio é quem vai mostrar de perto a colossal obra de engenharia. A usina será a quarta maior hidrelétrica do planeta, equipada para produzir até 11 mil MW de eletricidade e evitando a construção de 19 termelétricas, que são altamente poluentes. As reportagens vão mostrar as técnicas revolucionárias empregadas em sua construção e como estão sendo investidos os R$ 3,7 bilhões de recursos para mitigar seu impacto socioambiental. Com o dinheiro, dezenas de escolas, hospitais, ginásios esportivos e centros comunitários já estão sendo entregues à população.

A série também vai mostrar as comunidades atingidas pela obra. Para evitar a inundação de terras indígenas, o projeto original - batizado de Kararaô na década de 70 - foi modificado, reduzindo a apenas um terço a área alagada. As melhorias nas 19 cidades que serão direta ou indiretamente atingidas pela formação do lago já são visíveis: pavimentação, tratamento de água e esgoto tratado. Estas são apenas algumas das novidades que a obra levou às populações urbanas, ribeirinhas e de aldeamentos indígenas da região, que também ganhou pistas de pouso e centrais de radiocomunicação, deixando o isolamento secular para trás.

A série sobre Belo Monte vai ao ar na próxima semana, de segunda a sábado, no “Jornal da Band”. Saiba mais emhttp://noticias.band.uol.com.br/jornaldaband/ e curta a página no Facebook: https://www.facebook.com/assessoriaband

Ticiana Villas Boas monta a sua própria produtora

04 fevereiro, 2014
O lançamento da Tanajura Filmes, neste começo de ano, é o primeiro projeto da Ticiana Villas Bôas, jornalista e âncora do "Jornal da Band", como empresária de comunicação. Ela tem a parceria do marido Joesley Batista.
Trata-se de uma produtora audiovisual, que nasce com o diferencial de gerar conteúdo jornalístico, pesquisas e informações aprofundadas. A finalização prometida é de cinema.
Mariana Villas Bôas, ex- Africa, na direção de gestão e atendimento, e Keila Castro, ex-Touareg e Globo, como diretora executiva, também se integraram à equipe.

a informação é do colunista Flávio Ricco!

Band cogita exibir Simpsons entre telejornais para levantar a audiência

14 dezembro, 2013
Com um público considerado velho, a maioria com mais de 50 anos, o Jornal da Band e o Brasil Urgente estão queda livre nos índices de audiência. A perda de telespectadores, de até 28% em um ano, preocupa a emissora. Em uma reunião recente, cogitou-se até a possibilidade de recorrer à série Os Simpsons. A ideia é colocar o desenho entre o Brasil Urgente e o Jornal da Band para atrair público jovem e alavancar a audiência.
 Segundo maior faturamento da emissora, atrás apenas do futebol, o Jornal da Band caiu de 4,6 pontos de média em novembro de 2012 para 3,8 pontos no mesmo mês neste ano, uma queda de quase 20%. Esses índices tiraram o telejornal da disputa pela vice-liderança com a Record e o aproximaram do SBT na briga pelo terceiro lugar.
 Já o Brasil Urgente (local) alcançou 4,0 pontos de média no mês passado. Há um ano, tinha 5,6. Ou seja, a audiência encolheu 28% em 12 meses. Os dados são da Grande São Paulo, onde cada ponto equivale a 62 mil domicílios.

Calor, Rezende e... cúpula

Além de fatores como calor, horário de verão e o fenômeno Marcelo Rezende, no Cidade Alerta, outro motivo apontado para a queda do Jornalismo da Band é a mudança pela qual a cúpula do setor passa.
 Após a unificação de empresas do Grupo Bandeirantes, o presidente Johnny Saad decidiu dividir o comando do Jornalismo entre três diretores: Fernando Mitre (diretor nacional de Jornalismo), André Luiz Costa (diretor-executivo de Jornalismo), e Valdir Zwetsch (diretor-executivo de Jornalismo e Esportes). Com as mudanças, Mitre e Zwetsch perderam espaço.
 Na avaliação interna, André Luiz Costa está sendo preparado pela direção da Band para substituir Mitre _há 24 anos na emissora. A troca de Mitre por Costa é vista também como uma tentativa de rejuvenescer o público dos telejornais, mas sem perder os "valores da empresa".
 O público dos dois telejornais está envelhecendo, o que também explica a queda de audiência: 55% dos telespectadores do Jornal da Band e 49% dos do Brasil Urgente têm mais de 50 anos.

A informação é do site Notícias da TV!

Neto pode virar comentarista fixo no Jornal da Band

04 dezembro, 2013
O apresentador Neto pode virar comentarista fixo do “Jornal da Band”. A ideia ainda é um projeto e está sendo analisada pela direção da Band, de acordo com o jornalista Flávio Ricco.
 A participação do âncora do “Donos da Bola” deve acontecer sempre às quintas-feira. O “Jornal da Band” é apresentado por Ricardo Boechat e Ticiana Villas Boas.
 Apesar de mais trabalho, Neto foi chamado pela Band para negociar um salário menor. Além dele, Renata Fan, Luciano do Valle e Téo José também já aceitaram diminuir os seus rendimentos. Marcelo Tas é o próximo a assinar um novo acordo.

A informação é do site RD1!

Ricardo Boechat é contemplado no Prêmio Comunique-se

26 setembro, 2013
O jornalista Ricardo Boechat foi anunciado como um dos grandes vencedores da categoria 'Nacional' do Prêmio Comunique-se 2013. Na disputa em mídia eletrônica, o apresentador da Band e da Bandnews FM foi o mais votado pelos internautas cadastrados no Portal Comunique-se e superou os globais Alexandre Garcia e Heraldo Pereira.
 Com a vitória em ‘Nacional’, Boechat passa a ser o primeiro profissional a somar conquistas em quatro categorias do Prêmio Comunique-se. O jornalista, há anos contratado pelo Grupo Bandeirantes de Comunique-se, tem vitórias como apresentador de telejornal - e se vencer em próximo ano será mestre. Como âncora de rádio, pelo trabalho na emissora hard news, e como colunista de notícia, pelo trabalho na IstoÉ, o profissional já integra a galeria de Mestres do Jornalismo da competição.

A informação é do Portal Comunique-se!

Ticiana Villas Boas diz que tem noção da responsabilidade que é ancorar o "Jornal da Band"

06 agosto, 2013


Você entrou no jornalismo porque queria escrever sobre cultura. Você conseguiu fazer trabalhos neste sentido?
No começo, consegui. Digo que conheci o jornalismo fazendo jornalismo. A escolha da profissão aos 17 anos é muito cedo. Não tinha o hábito de ler jornais, por exemplo. E quando lia, geralmente era o caderno 2, de cultura. Era ligada mais à arte, fui professora de balé na época. Gostava de ler e escrever, era o que eu sabia fazer e por isso decidi investir no jornalismo. Acabei cobrindo o assunto, mas por pouco tempo. Comecei a carreira na TV Cultura (TVE de Salvador), me formei lá. Tínhamos quadros e programas sobre agenda cultural da cidade e eu fazia. Depois, fiz documentários e fiquei apaixonada. Adorava ir para a rua e me aprofundar nos assuntos.
Por que televisão?
Foi acontecendo. Foi o meu primeiro estágio. Na época, me inscrevi em todos os programas de trainee. Fiz trabalho de comunicação para faculdades, cobri eventos, escrevi para jornais. Mas a primeira oportunidade foi em TV. Por isso entrei e fiquei. Não tive experiência fixa em outras mídias, fiz apenas alguns freelas para sites, rádios, impressos e assessoria de imprensa. Em TV, fui funcionando, dando certo e descobrindo coisas interessantes. A nossa área é muito dinâmica, muito encantadora. Comecei fazendo roteiro de um quadro cultural, agenda da cidade e produção de programa de entrevista. Passei por todas as áreas: desde servir cafezinho até trocar papel de fax.
Você considera que a nossa profissão passa por uma crise?
A mídia está passando por uma crise financeira. Essa situação afeta os jornalistas e o modo de trabalhar. Hoje, falta vaga e sobra profissional na praça. Tenho medo que a crise financeira no jornalismo afete o conteúdo.
Já está afetando?
Não consigo avaliar, mas corre o risco. O mercado está em crise, a tendência é que o profissional aceite fazer o que for para ficar no emprego. Aceitar a opinião do grupo que talvez não concorda, a opinião do chefe, uma indução ali e outra aqui. Esse é o risco. Quando o mercado está fortalecido, tem como questionar e falar que não aceita a visão, e procurar outro lugar. Mas quando está em crise, você vai fazer o quê? Você vai ficar e fazer o que querem que você faça. Os bons profissionais, que não querem passar por isso, saem. Mas fica quem se submete. Afeta não só o desemprego, mas também a própria forma de fazer o jornalismo.
Como você se sente vendo esse momento?
Sinto-me impossibilitada. Não sei o que fazer. É um momento que dá para fazer um paralelo com as manifestações: ninguém sabe, ainda, onde vai dar. É um momento importante, todo mundo tem que ficar de olho, ficar atento ao que está acontecendo, mas ninguém sabe o que vai acontecer. Temos que estar firmes a conceitos e valores.
Qual é a responsabilidade de apresentar o principal telejornal da emissora?
É um peso. Tem cinco anos e até hoje fico nervosa e ansiosa. Principalmente quando tem algo que sai do padrão, como apresentar em externa, ou cobrir evento ao vivo. Meu coração acelera todo dia quando entro no estúdio. Tenho noção da responsabilidade. Quando olho para o lado e vejo Boechat eu penso: “Meu deus, onde fui me meter!? Não merecia isso tudo”. Para mim, Boechat é grande referência, é um jornalista envolvido, crítico e original. Ele se preocupa com todos os lados da notícia. É muito difícil trabalhar com uma pessoa que você admira imensamente. De certa forma, isso inibe e te deixa um pouco insegura. Mas, Boechat é tão gente boa, simples, acessível e tão meu amigo compensa por esse lado. Trago ele para a realidade e isso vai quebrando o clima.
Como é o dia a dia com o Boechat?
É um aprendizado eterno e diário. O legal do Boechat é que ele está sempre disponível. Não só para mim, como para todo mundo. Desde o técnico de operador de áudio que pergunta alguma coisa, quanto para as pessoas que mandam e-mail. Nunca vi alguém responder tantos e-mails como ele. Enquanto tive pânico, ele não parou um minuto de responder todos os e-mails e mensagens no celular.
Como foi trabalhar ao lado de Joelmir Beting, definido por você como insubstituível?
Joelmir estava diariamente comigo. Era uma pessoa doce, meiga, simples e humilde. Ele me valorizava e me fazia acreditar que eu poderia dar certo. Quando cheguei à bancada, era muito jovem, tinha 27 anos, e seria a única mulher do jornal. Ele poderia ter me recebido mais friamente. Mas não, ele me ouvia e me levava a sério. Talvez nem ele achasse que eu era tão boa quanto falava, mas me valorizava sempre. Ele me ensinou a ter autoestima e segurança.
Essa é a grande lição que ele deixou?
Foi. Pessoas incríveis você tem que aproveitar ao máximo, perguntar mesmo, aproveitar que ele está próximo. Consegui entender mais um pouco do país, de economia, de política. Fora isso, teve a questão da segurança e é algo muito necessário para quem vai encarar a apresentação de um jornal. O telespectador precisa dessa segurança e foi Joelmir quem me ajudou. Todo apoio de base emocional foi ele quem me deu.
O que a ausência dele significa?
A gente está se virando. Não para preencher, a gente não preencheu e nunca vai preencher o espaço dele. O máximo que a gente fez foi mudar as cadeiras do lugar, para não ficar o buraco na bancada. Mas ficou o vazio. Não colocamos outro comentarista, ninguém faz o que ele fazia. Ele é e foi insubstituível.
Para TV, há a máxima dos âncoras terem sotaque “padrão”. Como você vê o fato de a Band respeitar o teu jeito de se comunicar?
Não saberia dizer se conseguiria ser ou falar de outro jeito. Visto a camisa da casa. Tudo que consegui foi porque eles acreditaram e gostaram de mim. Acreditaram no diferente, que dava para apostar nessa forma. Quando não temos uma estrutura muito grande como a Globo, temos que procurar caminhos alternativos, tem que arriscar. E a Band tem isso muito claro. Nunca me pediram para tirar o sotaque. Nós fomos testando. Fui ganhando espaço e ficando. Hoje, o que ouço é que um dos diferenciais do 'Jornal da Band' é esse. O Brasil é grande, não tem só Rio de Janeiro e São Paulo para manter esse padrão. Ter sotaque nordestino em uma TV nacional quer dizer que pode ter gaúcho também, potíguar e mineiro. As pessoas gostam da pluralidade e estávamos precisando disso.
Geralmente quem trabalha em TV está mais exposto a críticas. Como você lida com isso?
Evito saber. Quando comecei a apresentar o ‘Jornal da Band’, no quadro do tempo aparecia o meu e-mail. Todo dia quando chegava, tinham de 100 a 200 mensagens. Eram muitas críticas e eu ficava mal lendo. Pensava: "Poxa, a pessoa nem me conhece e está falando isso, falando que meu sotaque é péssimo e que eu não falo direito". Eram muitas críticas sem sentido e coerência. Não me acrescentavam em nada. Então, bloqueei o meu e-mail e nunca mais abri. Até hoje. Tirei do ar e parei de administrar. Comecei a trabalhar intuitivamente, acreditar que se tinha dado certo até ali, continuaria dando. Até hoje trabalho assim. Não leio nada e nem me vejo no vídeo. Não gosto da minha voz, me acho feia e exagerada. Então, faço sem ver. O único feedback que ouço é das pessoas que estão muito próximas. Minha mãe, meu marido, minhas amigas, a redação, o chefe e o diretor.
Você veio para São Paulo porque foi insistente. Trocou suas funções com outros profissionais e aproveitou oportunidades como férias de outros jornalistas. Não fosse isso, você teria a oportunidade de estar à frente do principal telejornal da emissora?
Essa história é longa [risos]. Geralmente, falo que fiquei na reportagem um ano na Band Bahia, o pessoal de São Paulo me viu, gostou e me chamou. Não foi assim. Mentira! A verdade é que tinha o repórter de nacional na Band Bahia. Ou seja, nunca ia ter espaço para mim. Ficava percebendo quando ia ter uma vaguinha, procurava fazer uma boa matéria pelo menos duas ou três vezes por semana. Eram matérias produzidas, com uma ideia legal. Na Bahia, vende bem pauta de comportamento, e sempre gostei muito de fazer entrevista e matérias assim.
Como você se organizava para fazer esse conteúdo?
Tinha parceria muito grande com a minha equipe, que agradeço até hoje. Cinegrafista, auxiliar e motorista sempre ficavam até mais tarde comigo para que eu conseguisse gravar a pauta extra. Era muito difícil, não é fácil estourar o horário e ainda tínhamos que dividir o equipamento com outra equipe. Mas conseguia fazer e às vezes emplacava algo no nacional. Eu ligava para São Paulo oferecendo o meu conteúdo. Na época, era Carlos Nascimento que comandava o jornal. Eu mandava e-mail para ele e ligava perguntando se ele já tinha visto. Em determinado momento, o repórter de nacional e a apresentadora da Band Bahia entraram de férias. Como eu tinha o rosto bonito todos queriam me empurrar para apresentação, mas escolhi a reportagem porque achava que teria mais oportunidades. Foi assim que consegui mostrar o meu trabalho aqui em São Paulo.
E deu certo?Meu objetivo era vir para cá. Vejo que esse foi o caminho certo. Passei um tempo na cidade trabalhando como repórter. Voltei para a Bahia. Depois de alguns meses me chamara para uma vaga e eu vim. Estou até hoje. Em dois anos, fui convidada para ser apresentadora. Foi um período curto e intenso. Acho que se eu não tivesse feito isso, não estaria onde estou hoje. É como a história do filme “Efeito Borboleta”, são escolhas que você faz e que definem a sua vida inteira. Se eu tivesse escolhido ser apresentadora, ido pelo caminho mais fácil e cômodo, não estaria aqui. Foram várias decisões. É sorte e suor.
Como foi a sua adaptação?
Eu era repórter do primeiro jornal, das sete da manhã. Saia às cinco da manhã de casa, não tinha nem tempo para pensar em me adaptar. Não dava para pensar em nada. Eu só trabalhava. Trabalhava intensamente na semana e fazia os plantões. Trabalhava de sábado, domingo, todos os feriados. Então, simplesmente foi. Quando mudei para apresentação, comecei a ter horário fixo, aí estruturei a minha vida. Investi em cursos, consegui sentir a cidade, criar rotina e sair com as amigas. Conheci a cidade e aprendi a viver nela.
Como está o projeto do programa que você gostaria de criar?
Eu queria um programa com conteúdo jornalístico, mas com estética e formato mais leve e linguagem de entretenimento. Mas o conteúdo sempre seria jornalístico. Ainda não consegui colocar em prática, estou levantando ideias. Minha ideia não é deixar o ‘Jornal da Band’, mas fazer algo paralelo. Já são mais de cinco anos na bancada, queria algo para me testar. Porém, tudo é muito delicado, tem muita coisa envolvida, como por exemplo, a minha imagem e a do jornal.
Quem são os seus mestres?
Têm muitos jornalistas bons. Gosto muito de Ernesto Paglia, Francisco José, Zé Raimundo e Fábio Pannunzio.

Entrevista concedida ao Portal Comunique-se!

Band vai reestruturar departamento de jornalismo

03 agosto, 2013
http://img12.imageshack.us/img12/4623/93570627.jpg
Depois de anunciar dezenas de demissões ao longo dos últimos dias, o processo de reestruturação instalado pelo Grupo Bandeirantes passa a ter como alvo o seu departamento de jornalismo.

Existem informações de que já nesta segunda-feira deve sair uma lista com os nomes dos "pessoas jurídicas", PJs, que passarão a ter registros em carteira e também daqueles que serão dispensados, com inevitáveis prejuízos para as produções do "Jornal da Band" e "Jornal da Noite", principalmente.

Algumas baixas já foram observadas, mas a pior parte, dizem, ficou para hoje.

E, hoje, por quê?! Simplesmente porque mais de 200 profissionais estiveram envolvidos até ontem na cobertura da visita do Papa e seria inviável mexer com um assunto tão delicado.

Uma coisa, com toda certeza, está diretamente ligada com a outra.

Flávio Ricco!

Rita Lisauskas deixa o jornalismo da Band

21 julho, 2013
Rita Lisauskas
Rita Lisauskas deixou o jornalismo da Bandeirantes.

Ontem foi o seu último dia, com uma matéria no "Jornal da Band", sobre os 50 anos do José Silvério no rádio. Rita está saindo em busca de novos desafios.

Informação do colunista Flávio Ricco!

TJ-SP absolve Boris Casoy e TV Band por danos morais a lixeiros

19 julho, 2013
Apresentador e emissora não terão de pagar indenização aos lixeiros
A 4ª Câmara de Direito Privado do Tribunal de Justiça de São Paulo negou, na última quinta-feira (18/7), o recurso mediado pelo Sindicato dos Empregados em Empresas de Asseio e Conservação, Limpeza Urbana e Ambiental de Ribeirão Preto contra sentença que isentava Boris Casoy e a TV Bandeirantes de pagarem indenização à categoria dos lixeiros. A indenização seria de R$ 3,5 milhões e o valor seria revertido ao FAT. A decisão foi unânime, seguindo o voto do relator, desembargador Carlos Teixeira Leite Filho.

De acordo com o Conjur, o recurso resulta da fala de Boris Casoy a respeito de reportagem em que dois lixeiros desejavam feliz Ano Novo aos telespectadores.  "Que merda. Dois lixeiros desejando felicidades do alto de suas vassouras. O mais baixo na escala do trabalho", disse. Entretanto, segundo o apresentador, sua fala não deveria ter ido ao ar.


A declaração foi feita após o fim da reportagem, enquanto passavam os créditos do jornal. O som de seu microfone já deveria estar desligado, mas alguma falha técnica permitiu que o som fosse transmitido aos telespectadores.

O TJ-SP se baseou nessa argumentação para absolver o jornalista e a emissora. A 4ª Câmara entendeu que a fala foi feita em momento de descontração, hipoteticamente fora do ar. Eles caracterizaram como a opinião do jornalista, porém não era para ter sido transmitida. O colegiado entendeu que Casoy não queria ofender os garis, mas referir-se à sua baixa remuneração, “o que é uma verdade sem, no entanto, afirmar que esta é mais ou menos importante e fundamental que outras”.

Teixeira Leite também explica que não haveria motivos para o pagamento de quantia ao FAT, já que o jornalista e a Band foram condenadas a indenizar os lixeiros individualmente. Para ele, o dano foi reparado no âmbito dos lixeiros que se sentiram ofendidos, mas não houve repercussão da fala na categoria.

Informação do site Portal Imprensa!

Band perde processo e terá que pagar R$ 20 mil de indenização a mulher

04 julho, 2013
http://natelinha.ne10.uol.com.br/imagem/noticia/62b858fb351935988dacf30b4e1db8d0.jpg
Nesta quarta-feira (03), a Band perdeu na Justiça um processo no qual uma mulher se sentiu ofendida por conta da emissora ter exibido imagens onde aparece beijando seu ex-namorado na Lagoa Rodrigo de Freitas, no Rio.

O casal autorizou a exibição das cenas da primeira vez, mas a Band as levou ao ar em 2005 e 2007, no “Jornal da Band”, quando a mulher já estava em um outro relacionamento.

Por isso, a emissora terá que pagar cerca de R$ 20 mil de indenização.

O Superior Tribunal de Justiça (STJ) anunciou que “a exibição da cena – sem o consentimento da autora, que já nutria outro relacionamento afetivo – sem dúvida é apta a produzir constrangimento e padecimento da moral pela exposição duas vezes além da consentida”.

Informação do site Natelinha!

Noticiários da Band crescem no Ibope com cobertura das manifestações

20 junho, 2013
Os jornalísticos da Band estão registrando crescimento no Ibope com a cobertura das manifestações que estão ocorrendo por todo o Brasil.
 
http://www.bumbando.com.br/wp-content/uploads/2013/02/Programa%C3%A7%C3%A3o-band-2013-300x244.jpg
Logo no fim da tarde desta terça-feira (18), por exemplo, o bloco nacional do "Brasil Urgente" alcançou média de 7 pontos e teve um dos índices mais expressivos do último ano. Na sequência, a faixa local também foi bem e atingiu 6 pontos de média.
 
O "Jornal da Band" foi outro que teve um dos melhores resultados de 2013. O noticiário fechou com média de 6 pontos.
 
Por fim, os plantões de jornalismo alavancaram o Ibope da emissora. O primeiro plantão marcou 4 pontos de média. Já o segundo fechou com 5. Ambos alcançaram índices maiores que os registrados pela programação normal no horário.
 
Esses índices são consolidados e são baseados na preferência de um grupo de telespectadores da Grande São Paulo.

Informação do site Natelinha!

"Jornal da Band" se perde nos seus intermináveis intervalos

09 junho, 2013
No futebol, muitas vezes se perde um jogo por simples detalhe. Audiência na televisão é a mesma coisa. A Bandeirantes tem se esforçado em qualificar as suas produções, mas não avança o que poderia avançar porque certas particularidades não são levadas em conta. Há um grave erro de avaliação.

http://tvfoco.pop.com.br/audiencia/wp-content/uploads/2013/04/destaque-215794-jornal-da-band.jpg O "Jornal da Band", sempre muito bem conceituado como conteúdo, tem nos seus longos, e às vezes desnecessários intervalos, aquilo que mais pega como desmotivação.

As repetições das mesmas mensagens e, sobretudo, a reexibição de chamadas de outros programas, como Simpsons ou "Agora é Tarde", levam qualquer telespectador a jogar a toalha. São tantas e em tamanha quantidade, que chega a ser um desrespeito com quem está assistindo. Ou alguém está calculando mal, e não sabe que isto normalmente sempre culmina em sérios prejuízos na audiência, ou não se dá ao espaço da veiculação o devido e merecido valor. Não existe outra explicação.

Flávio Ricco

Flávio Ricco; Band falta com respeito ao telespectador

19 abril, 2013
Antes de mais nada, o que se exige de toda e qualquer TV é respeito com o telespectador. Algo que deve ser feito através de várias maneiras ou mais detidamente sobre o controle do que é transmitido.

A Bandeirantes, nos tempos atuais, possui uma programação interessante, capaz de atender a expectativa do seu público, com séries como "The Walking Dead" ou "Simpsons", programas na linha do "CQC" ou "Pânico", esporte e jornalismo.

Hoje, é preciso reconhecer, tem muita coisa funcionando direitinho... menos uma. O abuso nas inserções dos comerciais ainda é o mesmo, como que um vício que ninguém consegue resolver. Como exigir, por exemplo, um melhor rendimento na audiência do "Jornal da Band", se a cada duas notícias existe a obrigatoriedade de chamar um intervalo? Qual é o telespectador que aguenta isso? E intervalos que na maioria das vezes ultrapassam a marca de 6 ou 7 minutos. Um absurdo.

A Band, com essa sede do ganhar sempre mais, não está sabendo valorizar de forma conveniente o seu tempo de arte. Este é um erro, com consequências e prejuízos inevitáveis na audiência. O "Jornal da Band", escancaradamente, aparece como vítima disso.

A informação é do colunista Flávio Ricco!

Ticiana Villas Boas diz que a cegonha pode esperar

15 abril, 2013
Ticiana Villas Boas e o noivo milionário, Joesley Batista; filhos podem esperar mais um tempo
Ticiana Villas Boas e o noivo milionário, Joesley Batista; filhos podem esperar mais um tempo
Ticiana Villas Boas continua focada no trabalho dela. Para os mais próximos, a jornalista, casada recentemente, tem dito que não pretende ter filhos tão logo.

Chegar e se firmar como âncora de um dos principais telejornais, no caso, o "Jornal da Band" - que divide com Ricardo Boechat, é algo que ela valoriza muito. A cegonha pode esperar.

 A informação é do colunista da (Uol) Flávio Ricco

Para diretor da Band, Joelmir Beting é insubstituível

16 março, 2013
http://paginadoenock.com.br/wp-content/uploads/2012/11/joelmir-beting.jpg
Em entrevista a revista Imprensa, última edição, o diretor de jornalismo da Band, Fernando Mitre, destacou diversos assuntos, inclusive sobre a sua sempre combatida presença no vídeo. Revela que não está entre as prioridades.

Mas coloca de maneira clara que o "Jornal da Band" seguirá com Ricardo Boechat e Ticiana Villas Boas. Não existe a menor possibilidade de entrar uma terceira pessoa, alguém para ocupar o lugar do Joelmir Beting – "ele é insubstituível", considera Mitre.

A informação é do colunista da (Uol) Flávio Ricco

Band começa a reformular os seus telejornais

06 março, 2013
Tanto o "Primeiro Jornal", pela manhã quanto o "Jornal da Band", à noite, já estão em adiantado processo de reformulação na Bandeirantes. Duas equipes distintas, coordenadas pelo Valdir Zwetsch, do Jornalismo, e Diego Guebel, do Artístico, foram encarregadas de conduzir esses trabalhos.

No caso do "JB", de maneira especial, já se sabe que a nave espacial e a divisória para a redação devem acabar. Se pretende fazer alguma coisa arrojada, com mais beleza e funcionalidade.

Inicialmente, a ideia é lançar esses novos cenários do "Jornal da Band" no dia 3 de junho, segunda-feira, ou até mesmo um pouco antes, se for possível, para coincidir com as comemorações do novo aniversário da emissora em maio.

Não bastasse a boa vontade demonstrada para este embelezamento e independentemente do aspecto visual, é necessário colocar que os dois jornais atravessam fases muito ruins quanto às suas audiências. O conteúdo, de um e de outro, também merece melhor atenção.

A informação é do colunista da (Uol) Flávio Ricco
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